Dom Afonso Henriques e a Fundação da Nacionalidade Portuguesa

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  • Title: Dom Afonso Henriques e a Fundação da Nacionalidade Portuguesa
  • Author: Tomás da Fonseca
  • ISBN: -
  • Page: 428
  • Format: Hardcover
Dom Afonso Henriques e a Fundação da Nacionalidade Portuguesa

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    428Tomás da Fonseca
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About “Tomás da Fonseca

  • Tomás da Fonseca

    Grande escritor, pol tico, mestre e pensador da 1 Rep blica Portuguesa 1877 1968 Tom s da Fonseca, natural de Laceiras, freguesia de Pala, concelho de Mort gua, nasceu a 10 03 1877 e faleceu a 12 02 1968 Era filho de Adelino Jos Tom s e de Rosa Maria da Concei o e pai de Dr Ant nio Jos Branquinho da Fonseca e Eng Tom s Branquinho da Fonseca.Tom s da Fonseca foi uma personalidade de destaque no meio intelectual e pol tico da sua poca Esp rito brilhante e tribuno ex mio, desde muito cedo se evidenciou na defesa das ideias liberais e depois do regime republicano Teve um papel preponderante na gera o que fez a Rep blica, pelo seu feitio combativo Era firme e intransigente na defesa das suas ideias, sempre orientado na procura da verdade e da justi a e dono de uma coragem moral que desafiou todas as vicissitudes.Foi um lutador pela integra o social do Homem e defensor intransigente dos direitos daqueles que labutam duramente.Tom s da Fonseca foi um homem de ac o, organizador e animador de in meras associa es de car cter cultural, social, econ mico e pol tico, sendo uma figura de grande relevo na campanha intensa e acidentada que precedeu a proclama o da Rep blica Portuguesa em 1910 Como deputado marcou sempre presen a nos grandes actos dos primeiros tempos do novo regime.Em 1910 foi chefe de gabinete do primeiro Presidente do Minist rio Republicano, Dr Te filo Braga e em 1916 eleito senador pelo distrito de Viseu.Em 1918, por se opor ditadura de Sid nio Pais, preso durante dois meses Volta a ser preso em 30 de Novembro de 1928, em Coimbra, por ter participado no movimento revolucion rio de 20 de Julho Pertenceu ao Movimento da Unidade Democr tica e Ma onaria Feroz opositor do regime ditatorial, foi perseguido pelas suas ideias pol ticas e os seus livros alvo de censura e proibi o Por v rias ocasi es a PIDE deslocou se sua resid ncia e s gr ficas onde os livros eram impressos para os confiscar Os seus movimentos eram constantemente vigiados, incluindo das pessoas e amigos, mortaguenses e n o s , que com ele mais privavam.Denunciou as condi es prisionais do regime, o que lhe valeu a pris o em 8 de Maio de 1947, por ter protestado contra a exist ncia do Campo de Concentra o do Tarrafal, nas ilhas de Cabo Verde Uma semana antes, no dia 2 de Maio, tinham sido j presos outros dois mortaguenses, acusados tamb m de serem opositores ao regime Dr Victor Hugo Marques Miragaia, advogado e Deodato Medeiros Ramos, empregado comercial.A t tulo de curiosidade, tal era a sua fama de opositor ao regime que at no dia do seu funeral, realizado para o cemit rio de Mort gua, a Policia Internacional de Defesa do Estado PIDE enviou agentes com a miss o de anotar discretamente as pessoas e discursos de homenagem dos que ali compareceram ao ltimo adeus.Era um anti clerical convicto e assumido, tendo publicado v rios livros cr ticos sobre a Igreja e a Religi o Ficou famosa a sua pol mica com Jo o de Deus Ramos sobre o ensino religioso nas escolas.Como escritor liter rio, Tom s da Fonseca escreveu dezenas de volumes onde se contam livros de versos, arqueologia e belas artes, a doutrina democr tica e a pol mica religiosa.Tom s da Fonseca n o s marcou uma posi o firme de grande escritor de ideias, como foi tamb m um professor de raros recursos pedag gicos A sua liga o ao ensino foi um acto cont nuo, sendo vogal do Conselho Superior de Instru o P blica, director das Escolas Normais de Lisboa, da Universidade Livre de Coimbra, presidente do Conselho de Arte e Arqueologia da mesma cidade.Como deputado do Parlamento at 1917, colaborou na reforma do Ensino Prim rio e Normal Em 1922 publicou o livro Hist ria da Civiliza o , que foi adoptado como livro escolar, a pedido do Ministro da Instru o P blica Professor sempre atento e preocupado na forma o, re



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